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Artigo: “O destino do RN passa pela união dos poderes”

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Esperamos que 2016 seja de superação para o Brasil e para o Rio Grande do Norte. A estiagem que assola o nordeste, e as crises instaladas no Sistema Único de Saúde (SUS) e na política, sem contar a recessão financeira em que passa o país, são gargalos que atrapalham o crescimento nacional.

Tracei honrosas e grandiosas metas para o ano que se avizinha. Com foco no desenvolvimento do Rio Grande do Norte, destinei ao Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2016, a quantia de R$ 600 mil reais para serem investidos na reestruturação da rede hospitalar estadual, e outros R$ 600 mil para as ações de convívio com a seca. Os R$ 600 mil restantes direcionarei aos municípios e instituições filantrópicas que prestam relevantes serviços à nossa população.

Esses recursos são referentes às minhas emendas parlamentares e somam um total de R$ 1,8 milhão. Essa nossa atitude beneficiará, principalmente, a população mais humilde usuária do SUS, e os afetados diretamente pela seca que nos castiga desde 2012.

Também apelo aos Poderes Constituídos do Rio Grande do Norte, reforçando o que faço semanalmente no plenário da Assembleia Legislativa (AL), para que estes suspendam temporariamente a concessão de auxílios – moradia e alimentação – aos membros do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Tribunal de Contas, e destinem esses recursos ao Governo do Estado para que sejam investidos em ações de convívio com a seca em todo território potiguar.

Espero que em 2016 este seja um grito de todos os 24 deputados estaduais que compõem a AL do Rio Grande do Norte. Enquanto enfrentamos esta terrível seca é preciso que todos os poderes constituídos de nosso estado dêem as mãos e lutem juntos por nossa população. Anseio que esta nossa ideia seja acatada, pois o que está em jogo é o destino do nosso querido e amado Rio Grande do Norte.

Por Nelter Queiroz

1 comentário em "Artigo: “O destino do RN passa pela união dos poderes”"

    João Cabral Sobrinho
    11/01/2016 às 18:23

    Concordo e compartilho, e já escrevi três comentários a respeito. É inadmissível que o auxílio moradia nos três poderes seja superior ao teto da Previdência, que é de Rs 4.600, e que apenas 1% da população recebe após 40 anos de serviço. O restante recebe em média três salários mínimos e a grande maioria um salário mínimos, Rs 780, que a partir desse mês passa para 860,00, isso é um absurdo, isso é uma vergonha, e sem contar carro com motorista e todas as despesas pagas. Quem cala consente, é conivente, a grande maioria dos deputados são marionetes, são coniventes com esse absurdo.

    667959

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