Antidepressivos na água potável podem contribuir para o autismo

Pesquisadores já detectaram uma série de contaminantes emergentes presentes na água potável que chega às nossas casas.

Um desses contaminantes são medicamentos, o que já está contribuindo para o reforço das superbactérias resistentes aos antibióticos.

Agora, um novo estudo mostrou que os traços de antidepressivos e outros medicamentos psicoativos que estão poluindo a água acionam a expressão de genes associados com o autismo – ao menos em peixes.

Antidepressivos na torneira

Recentemente, um grupo de pesquisadores divulgou uma lista de 10 produtos químicos suspeitos de causar o autismo,

Agora, usando modelos animais, pesquisadores demonstraram experimentalmente que os antidepressivos têm um papel importante nesse mecanismo.

Além de o consumo desses medicamentos psicoativos ter aumentado dramaticamente ao longo dos últimos 25 anos, cerca de 80% de cada dose passa direto pelo organismo humano, sem qualquer metabolização.

E praticamente nenhuma estação de tratamento de água no mundo possui tecnologia para filtrar esses fármacos, o que significa que eles retornam pela água, sendo ingeridos por toda a população – e sem precisar de receita médica.

Igualmente, a ocorrência de autismo tem subido rapidamente ao longo dos últimos 30 anos.

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