
Em 2004, o senador potiguar apresentou uma emenda coletiva ao orçamento da União no valor de quase R$ 7 milhões para a Barragem. Em 2008, mais uma vez, apresentou emenda de mais de R$ 15 milhões para o mesmo projeto. Mas as obras sequer começaram.
Para o presidente nacional dos Democratas, a negligência e a inoperância do poder público emperraram o andamento da obra. O projeto está pronto, a licitação já foi feita, os recursos constam no orçamento e até mesmo a licença ambiental já foi concedida. Em recente audiência no Ministério da Integração Nacional, ao lado da governadora Rosalba Ciarlini, Agripino cobrou mais uma vez uma ação enérgica do governo federal para tirar a obra do papel.




As cidades às margens do rio Piranhas não contam com o saneamento básico. Um dos principais itens para um bom IDH. Por que conseguem dinheiro para construçãio da barragem, e não, para o rio que está agonizando, se ele é o principio meio e fim para a função da barragem?