Dia: 6 de fevereiro de 2008

75% das ocorrências registradas na polícia durante o carnaval envolveram visitantes

Um dado impressionante que não pode passar despercebido e que aconteceu durante o carnaval de Caicó que acabou hoje.

De acordo com levantamento feito algo em torno de 75% das ocorrências registradas na delegacia de polícia civil, de Caicó, envolveram pessoas que não são da cidade. Ou seja, são visitantes.

É um dado importante.  Porque revelou que enquanto os caicoenses fogem de confusão os de fora chegam para bagunçar. Abusar.

Disparadamente a ocorrência em que foi registrado o maior número de queixa foi a de poluição ambiental. O barulho das tôrres de som era ensurdecedor. Depois dela, as outras do tipo embriaguês, desordem, brigas corporais, direção perigosa, drogas e desacato a autoridade foram as mais registradas.

A filha de um Juiz de Natal, enfurecida e completamente embriagada, deu na cara de um policial e terminou presa na delegacia de polícia civil.

É bom receber os visitantes. Mas, é bom respeitar o nosso povo. Que não faz mal! E que recebe bem.

Dinartista diz que blogueiro é de amargar!!! E explica…

Um Dinartista que veste camisa “encarnada” manda o seguinte comentário para o Blog do Xerife da Cidade:

Meu caro Xerife,

Como você mesmo diz, você é de amargar!

Você não lembra quando o deputado estadual Vivaldo Costa se referia ao ex-governador Geraldo Melo de “garapa azeda

Bispo lança campanha da fraternidade 2008

josenildo-bispo.bmpO bispo diocesano, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, lançou hoje, ao meio dia, a campanha da fraternidade deste ano em pronunciamento feito por várias emissoras de Rádio da região do Seridó, entre as quais, as emissoras pertencentes a diocese de Caicó: Rural AM, Rural FM e Rural AM de Parelhas.

Também pelas Rádios Caicó e Seridó AM e Rádio 106 FM, além de outros prefixos da região do Seridó.

Fraternidade e Defesa da Vida é o tema da campanha da fraternidade de 2008 e o lema Escolhe, pois, a vida.

Dom Delson exigiu durante o seu pronunciamento o dever dos católicos a lutar contra a legalização do aborto.

A fala de Dom Delson foi no centro Pastoral Dom Wagner. A cidade de Caicó e o Seridó parou para ouvir o pastor.

Ilha de Santana não foi construída para a realização de festas populares como o carnaval. Sem estrutura tem que ser interdidata para grandes eventos

imagem-061.jpgSabe qual foi mesmo o grande problema da Ilha de Santana?

Vou lhe contar.

Concorde quem quiser. E daí?Pouco importa. É minha opinião. Não desejo que seja a sua. E se for, estamos iguais.

Lá vai…

A grande verdade é que a Ilha de Santana não foi uma obra construída para realizar festas populares como o carnaval, minha gente!

Diga-me, pelo amor de Deus, qual a estrutura que a Ilha de Santana tem para tal?

Tem palco? Não! Tem camarotes? Não! Tem banheiros! Não! Tem quiosques onde as festas são realizadas? Não!

Tudo é feito na base do improviso. Pronto.

A obra foi feita com outro objetivo. Lazer, funcionamento de praça da alimentação, comercialização de artesanatos e bordados, teatro e ginásio para prática de esportes. Também para caminhadas.

Agora, transformaram a Ilha de Santana numa imensa praça de eventos sem que ela tenha nenhuma estrutura.

Se fosse uma praça de eventos teria que ter toda uma estrutura: de palco, de banheiros, de quiosques, etc…

Aí termina acontecendo o que houve no carnaval. Tudo feito às pressas e na base das gambiarras. Aí pode ser fatal! Aí vem a fatalidade!

E se é prá continuar tendo eventos, o governo do estado deveria começar a pensar rapidamente nesse projeto. As pessoas não podem mais andar correndo riscos de vida.

No mínimo, a Ilha deveria ser interditada para eventos deste porte, pelo governo do estado, até que uma solução fosse encontrada. Se a jovem que morreu no carnaval fosse filha de uma autoridade, fosse de uma família rica, o barulho estava grande.

E tenho dito!

Leitor comenta episódio da Ilha de Santana e discorda do blogueiro

Francisco Brito | [email protected] | IP: 201.23.16.2

Caro Robson;

Com todo respeito ao seu ponto de vista me permita discordar, em parte, do mesmo. Quando acontece uma tragédia desse tipo não devemos adotar idéias simplistas para buscar uma solução rápida, com a intenção de dar uma resposta rápida ao povo, é perigoso, infelizmente esta é uma prática corriqueira entre as autoridades, principalmente quando se trata de um fato que gera clamor público.
A imparcialidade é fundamental para o justo, ou seja, aquela velha tarja que veda simbolicamente os olhos da imagem que representa a Justiça tem esta finalidade, ou seja, o justo não pode ver as partes e se deixar envolver emocionalmente no caso. Entendo que este não é o momento para se condenar ou absolver ninguém sem que haja o devido processo legal, afinal existem duas importantes e diferentes responsabilidades: a responsabilidade penal; que deverá recair sobre a pessoa do responsável técnico pela eletrificação das cabines, afinal elas não foram feitas para eletrocutar ninguém, é obvio, e só um especialista tem a obrigação e o dever de executar ou fiscalizar a execução, por este motivo ele assina o projeto e recebe pagamento por este ato. E a responsabilidade cível que deverá recair, dente os que respondem solidariamente, sobre aquele que possua mais disponibilidade financeira, pois se tratará de uma indenização pecuniária.

Quanto à fatalidade este é o motivo de minha discordância:

Fatalidade:do Lat. fatalitate
s. f., qualidade daquilo que é fatal; acontecimento funesto, imprevisível, inevitável, marcado pelo destino; sucesso desastroso; desgraça; infortúnio; destino.

É imprevisível? Claro que não! Um fio eletrificado em contato com uma superfície metálica produz choques e, ainda, agrava-se quando se trata de um ambiente molhado, úmido no caso um banheiro, qualquer leigo sabe disso, imagine um engenheiro, um eletricista, enfim, um técnico?
É inevitável? Claro que não, se o trabalho for efetivado levando-se em conta as normas técnicas a tragédia não aconteceria.
No meu modesto entendimento, excluindo-se estes dois tópicos, ou seja, imprevisibilidade e inevitabilidade, não podemos tratar o fato como uma fatalidade, e sim, como um acidente gravíssimo que tirou a vida de uma pessoa e que, com certeza poderia ter sido previsto e evitado.

Agora! Diante do fato consumado cabem as autoridades apurar as circunstâncias com a devida cautela e técnicas disponíveis, para que não se condene inocentes e se absolvam culpados.

Do Blog: Democracia é isso. Não temos só que concordar. Pontos de vistas são diferentes também. Obrigado, Francisco.

Sim! O carnaval terminou! O Blog do Xerife volta com força! aguardem…

robson-com-adesivo.bmpO carnaval terminou!

Vamos cuidar de outras coisas.

O Blog está voltando. Com Força!

Obrigado mais uma vez pela sua atenção.

Desejamos continuar em primeiro lugar neste ano de 2008.

resultado-de-pesquisa.bmpConforme pesquisa publicada ano passado o primeiro lugar foi nosso. Graças a você.

O ano novo começa depois do carnaval, não é mesmo?

Saudações!

Jogar a culpa no prefeito Bibi Costa é pura insensatez

Querer jogar a culpa no prefeito de Caicó, Bibi Costa, pela morte de uma pessoa que foi vítima de uma descarga elétrica em um dos banheiros na Ilha de Santana durante o carnaval 2008 é pura insensatez. É querer transforma o episódio num fato político isolado para atingir a imagem do chefe do executivo caicoense.

Houve uma fatalidade sim! O que é fatalidade? É quando um fato inesperado acontece. Até aonde eu saiba. E foi assim que ocorreu. Não foi proposital, portanto.

A família da jovem que morreu tem todo o direito de recorrer à justiça. É fato.

De quem é a culpa? Sim! Precisa ser apurado.

Agora,

– Houve falha no carnaval? Houve. Muita.

– Faltou planejamento? Faltou. Houve pouco tempo para a organização? Houve.

– Alguma faixa colocada nas ruas foi de puro mau-gosto? Foi.

– O processo seletivo foi falho? Foi.

– As bandas não foram boas? É verdade. Nem todas foram. É preciso melhorar? É.

– A empresa que fez o carnaval diz que a eletrificação é por conta da prefeitura? Diz.

– O secretário de infra-estrutura do RN, Adalberto Pessoa, declarou que o Governo do Estado está isento de qualquer responsabilidade? Declarou. Na Rádio Rural.

– Reclamaram do som da Ilha? Sim.

– O prefeito foi vaiado? Foi.

– Houve vistoria na ilha? Houve.

– A promotoria publica aprovou o projeto? Aprovou.

– O projeto de eletrificação foi aprovado por engenheiro especializado? Foi.

– Os bombeiros aprovaram o projeto? Aprovaram.

– Ontem foi feita nova vistoria? Foi. Foi aprovada? Foi. O carnaval continuou? Continuou. E então?

Perguntas e respostas não irão faltar.

Eu sei que a “fila andou

Rádio Rural: a Rádio oficial do carnaval

dsc00331.jpgMais do que qualquer outra emissora, as Rádios da Diocese de Caicó: Rural AM 830, Rural FM 95 e Rural AM de Parelhas deram um show de cobertura à parte neste carnaval 2008. O ouvinte ficou super atualizado com tudo que ocorreu nos dias do evento. As noticias eram dadas imediatamente. As Rádios da Diocese foram às preferidas do folião. Onde acontecia a notícia as emissoras estavam lá. Pesquisas artesanais revelaram que a Rádio Rural esteve em primeiro lugar como comprovaram as pesquisas de opinião públicas feitas no ano passado.

Durante o carnaval não poderia ter sido diferente. A Rádio Rural foi a Rádio oficial do carnaval. Dos blocos, dos foliões, dos carnavalescos, dos turistas, dos visitantes.

O propósito da Rádio Rural é o de continuar líder em audiência durante todo esse ano. Com uma equipe de profissionais gabaritada a família Rural provou sua união e força durante os festejos carnavalescos. Os anunciantes saíram perfeitamente satisfeitos com os investimentos feitos na cobertura.

O ouvinte, acima de tudo, foi a meta principal, de uma emissora que zela pela qualidade, competência, seriedade e acima de tudo credibilidade. Uma Rádio que tem liberdade política total e compromisso só com você. É por isso mesmo que a “velha Rural

Posts Recentes

Posts Recentes

Categorias

TSE debate plano de mídia

O programa Giro Eleitoral desta semana mostra que a propaganda eleitoral gratuita começa a ser veiculada no rádio e na televisão a partir de 19

Leia Mais